Normas de publicação

da Revista Brasileira de Psicanálise

Orientação aos colaboradores | Fevereiro 2016

Orientação aos colaboradores

I.Linha editorial. Informações gerais

A Revista Brasileira de Psicanálise, publicação oficial da Federação Brasileira de Psicanálise, cujas Sociedades componentes são filiadas à Associação Psicanalítica Internacional, é editada regularmente desde 1967. Sua proposta editorial visa divulgar o melhor da produção psicanalítica nacional, acolhendo a diversidade teórica, clínica e regional, estimulando a reflexão e o debate e inserindo as questões pertinentes à psicanálise no contexto científico, cultural, social e político contemporâneo. Distribuída em todo o Brasil, está em permanente diálogo com o cenário psicanalítico internacional.

As edições podem ser organizadas tematicamente. Cada número pode incluir artigos originais, debates, entrevistas, tradução de artigos de autores estrangeiros e resenhas. Sua periodicidade é trimestral.

II. Submissão de manuscritos

O texto deve ser encaminhado à Revista Brasileira de Psicanálise em arquivo eletrônico Word, letra Times New Roman, corpo 12, entrelinhamento 1,5, formato *.doc ou *.rtf. Deve ter no máximo 40 mil caracteres, incluídos os espaços.

Quando enviado por correio, deve ser apresentado em CD-ROM, acompanhado de duas cópias impressas, aos cuidados da Secretaria da Revista Brasileira de Psicanálise – Rua Sergipe, 475, 8.º andar, sala 807, 01243-001, São Paulo/SP.

Se enviado por correio eletrônico, encaminhar para: rbp@rbp.org.br.

III. Forma de apresentação do manuscrito

A Revista Brasileira de Psicanálise baseia-se nas normas da American Psychological Association (APA)[1] no que diz respeito à apresentação das citações no texto, notas de rodapé e referências bibliográficas, disponíveis no site http://www.rbp.org.br.

Os manuscritos devem ter as características relacionadas a seguir e obedecer à sequência indicada:

1.Folha de rosto identificada, contendo:

*Título do trabalho em português, inglês, espanhol e francês;

*Nome completo e afiliação institucional de cada um dos autores;

*Nota de rodapé com endereço completo para correspondência, incluindo CEP, telefone e endereço eletrônico de cada um dos autores;

*Nota de rodapé com informações sobre apoio institucional, agradecimentos, origem do trabalho (apresentação em evento, derivado de dissertação ou tese) e outros dados que atendam a exigências éticas – no máximo, em três linhas.

2.Folha de rosto sem identificação, contendo apenas:

*Título do trabalho em português, inglês, espanhol e francês.

*Resumo e palavras-chave em português, inglês, espanhol e francês.

3.Resumo, abstract, resumen e résumé (aproximadamente 150 palavras), assim como palavras-chave, keywords e palabras clave (em torno de cinco), deverão constar após as referências.

4.Apresentação de resenhas

As resenhas devem ter no máximo 15 mil caracteres com espaço. O nome do autor da resenha deve constar depois dos dados relativos ao livro resenhado. A titulação e o endereço (incluindo CEP, telefone e e-mail) devem constar em nota de rodapé.

As resenhas apresentadas devem trazer todos os dados necessários à plena identificação da obra resenhada:

*Título completo do livro, seguido do subtítulo, quando houver;

*Nome do autor do livro, tal como consta na capa;

*Em caso de obra coletiva, nome do organizador e de todos os autores que participam da coletânea;

*Crédito de outros profissionais da equipe de edição, como tradutor, revisor técnico, coordenador de coleção etc.;

*Nome da editora, local e ano de publicação, número de páginas.

As resenhas enviadas para avaliação devem vir acompanhadas do livro  resenhado, a ser  entregue na secretaria da RBP, na Rua Sergipe, 475, 8º andar, sala 807, 01243-001, São Paulo, SP.

5.Padrões gráficos

*Não usar sublinhado nem negrito no corpo do texto;

*Palavras estrangeiras e títulos de livros mencionados no texto: em itálico, sem aspas;

*Títulos de artigos mencionados no texto: tipo normal, entre aspas;

*Intertítulos do artigo: em negrito.

6.Texto

6.1. Citações no texto

6.1.1. Citação de autores no texto

Devem ser apresentadas pelo sobrenome do(s) autor(es), seguido do ano da publicação. Nas citações com dois autores, os sobrenomes quando citados no texto devem ser ligados por “e” (“e” no caso de o texto ser em português, “and” em inglês, “y” em espanhol e assim por diante); quando citados entre parênteses, devem ser ligados por “&”. Ex.: Pessanha e Forones (2003) ou (Pessanha & Forones, 2003).

No caso de citações com três a cinco autores, na primeira vez que aparecem no texto são citados todos os autores; nas citações seguintes, menciona-se o sobrenome do primeiro autor seguido da expressão latina “et al.”. Exemplos de citações de três a cinco autores:

*Primeira vez que os autores aparecem citados no texto:

Plass, Freitas, Ortiz, Lima e Pires (2005) ou (Plass, Freitas, Ortiz, Lima & Pires, 2005).

Azevedo, Menezes e Meyer (1999) ou (Azevedo, Menezes & Meyer, 1999).

*Nas citações seguintes:

Plass et al. (2005) ou (Plass et al., 2005).

Azevedo et al. (1999) ou (Azevedo et al., 1999).

Obs.: Na lista final de referências, deve constar o nome de todos os autores.

No caso de citações com seis ou mais autores, cita-se o sobrenome do primeiro autor seguido da expressão latina “et al.”. Ex.: Bicudo et al. (1967) ou (Bicudo et al., 1967).

Na lista final de referências, cita-se o sobrenome dos seis primeiros autores e abreviam-se os sobrenomes subsequentes (se houver) usando-se a expressão latina “et al.”. Ex.: Bicudo, V. L., Marcondes, D., Uchôa, D. de M., Gill, M. J., Melsohn, I., Paiva, L. M. de et al. (1967). Édipo Rei: comentários sobre a peça Édipo Rei. Revista Brasileira de Psicanálise, 1(2), 218-239.

Em citações de vários autores e uma mesma ideia, deve-se obedecer à ordem alfabética dos sobrenomes. Ex.: Badaines (1976) e Biller (1968, 1969) ou (Badaines, 1976; Biller, 1968, 1969).

No caso de citações de autores com o mesmo sobrenome, indicar a inicial dos prenomes e demais sobrenomes. Ex.: M. M. Oliveira (1983) e V. M. Oliveira (1984) ou (M. M. Oliveira, 1983; V. M. Oliveira, 1984).

No caso de documentos com diferentes datas de publicação e um mesmo autor, citam-se o sobrenome do autor e os anos de publicação em ordem cronológica. Ex.: Merleau-Ponty (1942, 1960, 1966) ou (Merleau-Ponty, 1942, 1960, 1966).

Em citações de documentos com a mesma data de publicação e o mesmo autor, devem-se acrescentar letras minúsculas após o ano da publicação (da edição consultada). Ex.: Rogers (1973a, 1973b, 1973c) ou (Rogers, 1973a, 1973b, 1973c).

Documentos cujo autor seja uma entidade coletiva devem ser citados pelo nome da entidade por extenso, seguido do ano da publicação. Ex.: American Psychological Association (2001) ou (American Psychological Association, 2001).

6.1.2. Citação obtida através de canais informais (aula, conferência, comunicação pessoal, e-mail etc.)

Acrescentar a informação entre parênteses após a citação. Ex.: (informação verbal, 19 de setembro de 2003).

6.1.3. Citação de obras antigas e reeditadas

Citar a data da publicação original seguida da data da edição consultada. Ex.: Freud (1898/1976) ou (Freud, 1898/1976).

6.1.4. Citação textual

A transcrição literal de um texto deve ser delimitada por aspas duplas, seguidas do sobrenome do autor, data e página citada entre parênteses.

Citação de trecho com 40 ou mais palavras deve ser apresentada em parágrafo próprio, sem aspas duplas. A citação deve ser recuada da margem até o ponto da marca de parágrafo usada no restante do texto, com uma linha em branco antes e outra depois do trecho citado.

Obs.: Na citação de depoimento ou transcrição de entrevista, as falas devem vir em itálico, respeitando-se as demais orientações para citação textual.

6.1.5. Citação indireta

Na citação indireta, ou seja, aquela cuja ideia é extraída de outra fonte, usar a expressão “citado por” (no caso de o texto ser em inglês, “as cited in”, e assim por diante). Ex.: Para Matos (1990), citado por Bill (1998), ou Para Matos (1990, citado por Bill, 1998).

Obs.: Nas referências, mencionar apenas a obra consultada (no caso: Bill, 1998).

6.1.6. Citação de trabalhos em vias de publicação

Cita-se o sobrenome do(s) autor(es) seguido da expressão “no prelo”. Ex.: Magdaleno Jr. (no prelo) ou (Magdaleno Jr., no prelo).

Obs.: A expressão irá na língua do texto. Se redigido em inglês, por exemplo, “in press”.

6.1.7. Citação de homepage ou website

Cita-se o endereço eletrônico, de preferência entre parênteses, após a informação. Ex.: (www.bvs-psi.org.br)

Obs.: Não é necessário listá-lo isoladamente nas referências no final do texto.

6.1.8. Pontuação e grafia da citação textual

O texto citado deve reproduzir a pontuação e a grafia adotadas pelo autor no documento consultado.

6.2. Notas de rodapé

As notas de rodapé devem ser evitadas sempre que possível. No entanto, se necessárias, quando apontadas no corpo do texto, devem ser indicadas com números arábicos sequenciais, imediatamente depois da frase a que digam respeito. As notas devem aparecer no rodapé da mesma página em que consta a chamada. Os dados das obras mencionadas ao longo do texto devem ser apresentados nas referências, não em nota de rodapé.

6.3. Referências

Apenas as obras citadas no texto e nas notas de rodapé devem ser apresentadas no final do artigo.

Sua disposição deve ser em ordem alfabética do último sobrenome do autor e constituir uma lista encabeçada pelo título Referências. No caso de mais de uma obra de um mesmo autor, as referências deverão ser dispostas em ordem cronológica/alfabética de publicação.

Regras gerais de apresentação

Devem ser dispostas em ordem alfabética, de acordo com o último sobrenome do autor. Havendo mais de uma obra do mesmo autor, a disposição obedece à ordem cronológica/alfabética de publicação (cronológica em relação à data da edição consultada);

Manter a margem, a partir da segunda linha de cada referência, sob a terceira letra da entrada;

O recurso gráfico itálico é utilizado para destacar o elemento título da publicação.

Transcrição dos elementos

*Autor

Indica-se o autor ou autores pelo último sobrenome (com apenas a letra inicial em maiúscula), seguido do prenome e demais sobrenomes abreviados. Ex.: Feitosa, M. D.; Paiva, L. M. de; Pontalis, J.-B.; Prado Jr., B.

*Título

O título e o subtítulo do livro ou artigo devem ser separados por dois-pontos. O destaque (itálico) deve ser usado apenas nos títulos de livros ou publicações periódicas.

*Edição

Deve ser indicada entre parênteses, logo após o título, na língua original do documento.

*Local de publicação

O local (cidade de publicação) deve ser indicado conforme figura no documento, seguido da sigla do estado.

Cidades reconhecidas internacionalmente não necessitam que se informe o estado ou país. Ex.: Paris, New York, Chicago.

No caso de cidades brasileiras, indicar o estado apenas para cidades que não sejam capitais. Ex.: Petrópolis, RJ; Campinas, SP; São Paulo; Porto Alegre; Rio de Janeiro.

Quando o local não for identificado, usar a expressão sine loco abreviada entre colchetes: [s.l.].

*Editora

Deve ser indicada tal como figura no documento, porém abreviando-se prenomes e suprimindo-se termos de natureza jurídica ou comercial dispensáveis. Ex.: Imago (e não Imago Editora Ltda.); Seuil (e não Ed. du Seuil); Karnac (e não Karnac Books); J. Olympio (e não Livraria José Olympio Editora).

Quando a editora não for identificada, usar a expressão sine nomine abreviada entre colchetes: [s.n.].

Exemplos de referências

6.3.1. Livros

*Com autoria

Amati-Mehler, J., Argentieri, S. & Canestri, J. (1990). La babele dell’inconscio: lingua madre e lingue straniere nella dimensione psicoanalitica. Milano: Cortina.

Aulagnier, P. (1978). La violence de l’interprétation. Paris: PUF.

Grier, F. (Ed.). (2005). Œdipus and the couple. London: Karnac.

Hargreaves, E. & Varchevker, A. (Eds.). (2004). In pursuit of psychic change: the Betty Joseph workshop. Hove: Brunner-Routledge.

*Com autoria institucional

American Psychological Association. (2001). Publication manual of the American Psychological Association (5th ed.). Washington, DC: Author.

OCAL. (1992). Psicoanálisis: la ilusión interrogada. Montevideo: OCAL.

*Sem autoria específica: entrada pelo título da obra

The world of learning (41st ed.). (1991). London: Europa.

*Com indicação de edição

Milner, M. (1967). On not being able to paint (2nd ed.). New York: IUP.

Prado Jr., B. (2000). Alguns ensaios: filosofia, literatura, psicanálise (2a ed.). São Paulo: Paz e Terra.

*Com indicação de tradutor

Mijolla, A. de (Org.). (2005). Dicionário internacional de psicanálise: conceitos, noções, biografias, obras, eventos, instituições (A. Cabral, Trad.). Rio de Janeiro: Imago.

*Com indicação da data e título da edição original

Bion, W. R. (1994). Estudos psicanalíticos revisados (W. M. de M. Dantas, Trad.). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1967. Título original: Second thoughts)

*Com indicação do título traduzido

Merleau-Ponty, M. (1964). Le visible et l’invisible [O visível e o invisível]. Paris: Gallimard.

*Com indicação de volumes

Carterette, E. C. & Friedman, M. P. (Eds.). (1974-1978). Handbook of perception (Vols. 1-10). New York: Academic Press.

Spillius, E. B. (Ed.). (1990). Melanie Klein hoje: desenvolvimentos da teoria e da técnica (B. H. Mandelbaum, Trad., Vol. 2). Rio de Janeiro: Imago.

*Capítulo de livro

Klein, M. (1962). Amor, culpa e reparação. In M. Klein & J. Riviere, Vida emocional dos civilizados (O. A. Velho, Trad., pp. 57-113). Rio de Janeiro: Zahar.

Williams, M. H. (2005). Creativity and the countertransference. In M. H. Williams, The vale of soulmaking: the post-Kleinian model of the mind and its poetic origins (pp. 175-182). London: Karnac.

*Capítulo de livro com indicação da data da edição original

Freud, S. (1973). El yo y el ello. In S. Freud, Obras completas (3a ed., L. López-Ballesteros y de Torres, Trad., Vol. 3, pp. 2701-2728). Madrid: Biblioteca Nueva. (Trabalho original publicado em 1923)

Freud, S. (1977). Histeria. In S. Freud, Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (J. Salomão, Trad., Vol. 1, pp. 77-102). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1888)

6.3.2. Periódicos científicos

*Edição completa (fascículo)

Green, A. (Dir.). (2001). Courants de la psychanalyse contemporaine [Numéro hors série]. Revue Française de Psychanalyse, 65.

*Artigos

Bicudo, V. L. (1989). Conversando sobre formação. Jornal de Psicanálise, 22(44), 13-20.

Tuckett, D. (2005). Does anything go? Towards a framework for the more transparent assessment of psychoanalytic competence. The International Journal of Psychoanalysis, 86(1), 31-49.

*Artigo publicado em suplemento

Kernberg, O. (1993). Discussion: empirical research in psychoanalysis. Journal of the American Psychoanalytic Association, 41(Suppl.), 369-380.

*Artigo em vias de publicação (no prelo)

Magdaleno Jr., R. (no prelo). A função da identidade psicanalítica: apreensão do método como incorporação de uma ética. Jornal de Psicanálise.

6.3.3. Revistas

*Texto publicado

Diatkine, R. (1993, 17 de março). Histórias sem fim. Veja, 26(11), 7-9.

 6.3.4. Jornais

*Artigo

Frayze-Pereira, J. A. (1998, 22 de maio). Arte destrói a comunicação comum e instaura a incomum. Folha de S. Paulo, São Paulo, Caderno 5, p. 24.

*Entrevista publicada

Costa, J. F. (1995, 3 de dezembro). Um passeio no jardim sexológico [Entrevista com Manuel da Costa Pinto]. Folha de S. Paulo, p. 5.

Obs.: No caso de depoimento: …[Depoimento…].

6.3.5. Eventos científicos (congressos, seminários, simpósios etc.)

*Publicado em anais

Perrini, E. (2000). A psicanálise além do divã: na instituição, na supervisão e na psicoterapia. In Anais do II Encontro de Psicanálise do Núcleo de Psicanálise de Campinas e Região (pp. 65-67). Campinas, SP: NPCR.

*Publicado como artigo

Pacheco e Silva Filho, A. C. (1972). O mito, complexo, dos vampiros: sua importância psicológica e psicopatológica. Jornal de Psicanálise, 6(18), 18-22. (Trabalho apresentado no III Congresso Brasileiro de Psicanálise, São Paulo)

6.3.6. Dissertações de mestrado e teses de doutorado

Herrmann, L. A. F. (2004). Andaimes do real: a construção de um pensamento. Tese de doutorado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.

Vidille, W. F. (2005). Práticas terapêuticas entre indígenas do Alto Rio Negro: reflexões teóricas. Dissertação de mestrado, Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo.

Obs.: No caso de teses ou dissertações publicadas, adota-se o modelo de referência de livros.

6.3.7. Trabalhos não publicados

Franco Filho, O. de M. (1996). O campo da transferência e a contratransferência na formação analítica: quando o analista é também professor. Texto não publicado.

6.3.8. Documentos recuperados de fontes eletrônicas

Bernardino, L. M. F. (2001). A clínica das psicoses na infância: impasses e invenções [Resumo]. Estilos da Clínica: Revista sobre a Infância com Problemas, 6(11), 82-91. Recuperado em 9 jan. 2003, na Base de Dados Index Psi Periódicos: www.bvs.psi.org.br.

Glover, N. (2005). Art, creativity and the potential space. In N. Glover, Psychoanalytic aesthetics: the British school. London: Free Associations. Recuperado em 14 abr. 2005, de http://human-nature.com/free-associations/glover/chap6.html.

Paiva, G. J. (2000). Dante Moreira Leite: um pioneiro da psicologia social no Brasil. Psicologia USP, 11(2). Recuperado em 12 mar. 2001, de SciELO (Scientific Eletronic Library Online): www.scielo.br.

6.3.9. Fitas de vídeo / CD / DVD

Freud, S. (s.d.). Edição eletrônica brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud [CD-ROM]. São Paulo: Imago.

Huston, J. (Dir.). (2000). Freud além da alma [Filme-vídeo]. São Paulo: VIDEOCOM.

Jaffe, L. (Dir.). (2010). From Freud to the IPA centenary [DVD]. London: Fireside Film Company.

IV. Imagens e ilustrações

 Em caso de apresentação de imagens, tais como fotografias, desenhos e gráficos (estritamente necessários à argumentação), assinalar no texto, conforme numeração sequencial, o lugar onde deverão ser intercaladas.

Apresentar imagens de boa qualidade, com tamanho mínimo de 800 Kb para imagens em preto e branco e 1 a 2 MB para imagens em cores.

As imagens originais devem ser enviadas em arquivo separado, ainda que estejam inseridas no artigo. Se as imagens enviadas já tiverem sido publicadas, mencionar a fonte e a autorização para reprodução.

As imagens que não são de domínio público devem ter autorização do detentor do direito por escrito.

V. Procedimentos do corpo editorial e do conselho editorial/consultores

Os manuscritos deverão ser encaminhados ao corpo editorial da revista, sendo aceitos para o processo de avaliação para publicação somente os que estiverem de acordo com as orientações antes descritas. A textos que apresentem casos clínicos, pode ser solicitado termo de consentimento do paciente em questão.

Os originais, após primeira leitura anônima do corpo editorial, serão enviados para três consultores residentes em estados diferentes daquele do autor. Os consultores receberão, junto com o trabalho, um roteiro de avaliação padronizado. Eles não serão informados sobre a identidade dos autores ou sobre suas afiliações institucionais. Os autores dos manuscritos também não terão conhecimento da identidade dos consultores (duplo-cego).

Após análise dos manuscritos, os consultores emitem por escrito os seguintes pareceres: (1) aprovado; (2) aprovado com recomendações e/ou sugestões de alterações relativas à forma e/ou conteúdo; ou (3) recusado para publicação. Caberá ao corpo editorial, a partir de criteriosa análise das avaliações, a decisão final acerca da publicação ou não do manuscrito. A data de publicação do trabalho também estará a critério do corpo editorial.

O corpo editorial reserva-se ainda o direito de introduzir pequenas modificações no texto aceito para publicação, com vistas a adequá-lo aos critérios de coerência, clareza, fluidez, correção gramatical e padronização editorial adotados pela revista. A exatidão das informações é de responsabilidade do autor.

Recomenda-se a todos os autores que guardem consigo uma cópia do trabalho enviado para avaliação. A Revista Brasileira de Psicanálise não se responsabilizará por devolvê-lo, mesmo no caso de artigos não aceitos para publicação.

A RBP reserva-se o direito de não tornar públicos os pareceres sobre os originais que lhe são enviados.

Os trabalhos enviados para avaliação devem ser inéditos e não poderão estar em processo de avaliação em outro meio simultaneamente.

Será resguardado o direito de aguardar um intervalo de quatro números para que o mesmo autor possa publicar outro texto na RBP.

A RBP reserva-se o direito de não publicar textos que não preservem a identidade do paciente.

 

VI. Direitos autorais

Os direitos autorais de todos os artigos publicados pertencem à Revista Brasileira de Psicanálise. A reprodução integral dos artigos em outras publicações requer autorização por escrito do corpo editorial da revista.

O corpo editorial da revista reserva-se, também, o direito de definir quais serão os bancos de dados para os quais a revista será disponibilizada em sua versão eletrônica.

[1] American Psychological Association (2010). Publication manual of the American Psychological Association (6th ed.). Washington, DC: Author.